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sexta-feira, 28 de junho de 2013

As oitavas séries (2013), também preocupadas com as questões
sociais, analisaram o poema de Manuel Bandeira e,
por meio de paráfrases, expressaram como está a vista de seu ponto.



Por, Manuel Bandeira

O BICHO

Vi ontem um bicho
Na imundície do pátio
Catando comida entre os detritos.

Quando achava alguma coisa,
Não examinava nem cheirava:
Engolia com voracidade.

O bicho não era um cão,
Não era um gato,
Não era um rato.

O bicho, meu Deus, era um homem.


Por, 8ªB

O brilho

Vi ontem uma coisa linda
E a sala se encheu de glamour

Tinha um grande brilho
Porém bem singelo
Mas realmente extraordinário.

O que eu vi não era um cão,
Não era um gato,
Não era um rato.

O que eu vi, meu Deus, era meu reflexo no espelho.


Por, 8ªC

O homem

Vi ontem um animal.
Em meio à multidão
Avançando em uma criança.

Fazia isso como se fosse normal
Não pensava
Nem hesitava.

O que eu vi não era um cão,
Não era um gato,
Não era um rato.

O que eu vi, meu Deus, era um homem.


A fera

Vi ontem algo triste e depressivo.
Parecia mal.
Estava no lago.

Tinha o olhar feroz, porém assustado.
Físico de predador.

O que eu vi não era um cão,
Não era um gato,
Não era um rato.

O que eu vi, meu Deus, era eu mesmo.


A morte

Vi ontem algo horrível.
Em casa sozinha.

De repente cenas de músicas.
Morte de animais.

O que eu vi não era um cão,
Não era um gato,
Não era um rato.

O que eu vi, meu Deus, era apenas um filme .




Por, 8ªD

Saco preto

Vi ontem um saco preto abandonado
Em um beco escuro gelado.
Ouvi um gemido desesperador,

Me aproximei devagar, temendo que fosse um animal,

O que eu vi não era um cão,
Não era um gato,
Não era um rato,

O que eu vi meu Deus, era um bebê abandonado.


Palhaço

Vi ontem um bicho
Agachado na rua
Pegando latinha

Morrendo de fome ele a vendia
Para comprar uma coxinha
Que ela o enchia

O que eu vi não era um cão,
Não era um gato,
Não era um rato.

O que eu vi, meu Deus, era um ser humano.


Eu vi

Vi ontem um ser
Que parecia ser
Alguém com fome

E porque era um homem
Por que será estava revirando o lixo
Igual a um bicho?

O que eu vi não era um cão,
Não era um gato,
Não era um rato.

O que eu vi, meu Deus, era um homem.


Justiça

Vi ontem uma multidão
No meio do fogo
Querendo uma solução

Na redução das passagens do “busão,”
A Dilma ouvir não quer não,
E esse povo continua a pressão,

O que eu vi não era um cão,
Não era um gato,
Não era um rato.

O que eu vi, meu Deus, era o povão.


O bullying

Vi ontem alguém
No canto da sala
Rodeado de pessoas

Elas xingavam, apelidava,, discriminavam, e batiam
Ele estava muito triste,
Com medo.

O que eu vi não era um cão,
Não era um gato,
Não era um rato.

O que eu vi, meu Deus, era apenas um menino.



O ladrão

Vi ontem um ladrão vestido de terno
Não estava na rua e sim na televisão
Não estava assaltando e nem armado

Mas o mal que faz à população
É pior que de um ladrão na rua
Vive se escondendo de promessas que fez ao povo.

O que eu vi não era um cão,
Não era um gato,
Não era um rato.

O que eu vi, meu Deus, era um político.

Por, 8ªF

Preconceito

Vi ontem uma coisa escura
Na sala da minha escola
Tinha ali uma coisa estranha

Sua cabeça “parece um Bombril”
Estava quieto e intimidado
Muito brancos não gostavam

O que vi não era um cão
Não era um gato
Não era um rato

O que vi, meu Deus, era um colega negro.


Políticos

Vi ontem um bicho roubando
Dinheiro público e poder
Queria apenas era enriquecer

Quando conseguia algo
Nem se lembrava do povo
Será que seria um bom governo?

O que eu vi não era um cão
Não era um gato
Não era um rato

O que eu vi, meu Deus, era uma presidenta.


Um monstro

Vi ontem um monstro
No centro de Curitiba
Quebrando o que via pela frente

Estava em meio de outras pessoas
Aproveitava-se do aglomerado
E destruía de um tudo

O que eu vi não era um cão
Não era um gato
Não era um rato

O que eu vi, meu Deus, era um vândalo qualquer.



Política

Vi ontem uma mulher
No Palácio da República
Ao participar de um debate

Falando sobre inflação
Defendendo os empresários
Criticando a manifestação

O que eu vi não era um cão
Não era um gato
Não era um rato

O que eu vi, meu Deus, era uma presidenta.







Os sétimos anos (2013) também trabalharam bastante.
Conheça algumas narrativas ficcionais que eles produziram.



Em Busca do Bruxo Hamlet

Em uma terra distante chamada Quest havia um homem corajoso que sonhava em viver uma grande aventura. Até que em sua terra apareceu um grande navio buscando homens corajosos para enfrentar um bruxo poderoso chamado Hamlet. Ele foi o único a aceitar. O capitão perguntou a ele:
- Qual é o seu nome jovem?
- Meu nome é Hercules, senhor.
O capitão achou graça de ele ter o mesmo nome de um homem tão forte. Quando chegou a hora de comer, Hercules perguntou o que tinha para comer.
Então o capitão falou:
- Só gemada.
- Mas isso tem cheiro de gambá!
Então Hercules perguntou:
- Onde vive esse bruxo?
O capitão respondeu:
- Em um lugar gelado, mas ele é muito poderoso e anda matando muitas pessoas inocentes.
Eles navegam por muito tempo até que, de repente, chegam onde está havendo uma grande tempestade e o mar está fazendo ondas enormes
O navio em que viajavam, apesar de grande, afundou e o capitão e os outros foram para o lugar desejado com um bote. Lá, Hercules pega sua espada e vai atrás do homem que diziam era o bruxo.
Hercules, quando o encontra, não sabe muito bem o que fazer... até que o bruxo tira uma espada atacando Hercules; ele se defende e luta ate que o bruxo começa a perder forças. Então ele começa a invocar todo o seu poder e Hercules, com medo, corta a cabeça do bruxo, sem piedade. É quando o capitão e os marinheiros chegam e então o capitão fala:
- Você matou o bruxo!
O Hercules exclamou:
- Como sairemos daqui? Eles, então, pegam o navio do bruxo e voltam para a casa todos orgulhosos.
Hercules fica com a espada do bruxo e segue seu caminho em busca de mais aventuras.




A Árvore do Exorcismo

Existia há muito tempo atrás uma árvore bem diferente. Ela tinha as folhas de cor grená e era muito esquisita.
Sempre depois da meia noite, um homem também estranho – tinha um grilo como animal de estimação – ia até aquela árvore.
Certo dia Steven, um vizinho que morava próximo, foi seguir o homem misterioso. Quando chegou perto da casa da árvore viu aquele homem estranho torturando uma pessoa: ele colocava as pernas da vítima em uma garrafa gelada e seus braços amarrados em uma lâmina. Se a pessoa levantasse a mão, ela iria ser arrancada, mas se ela não se soltasse, suas pernas seriam esmagadas pela pressão das garrafas.
O homem não podia ajudar porque se ele fosse até lá naquele momento também iria morrer. Então, esperou mais um pouco e a pessoa torturada acabou morrendo.
Foi aí que o homem torturador percebeu que tinha alguém lá observando, então foi andando para trás e caiu da arvore bem em cima de uma cerca elétrica ligada.
Steven que tinha ficado na árvore vasculhou e encontrou muitas coisas. Dentre elas um gambá e outros bichos mortos.
Steven chamou a policia mais era tarde. Ele estava sem saída porque a árvore estava se fechando e esmagou o homem deixando um apenas um pingo de sangue no local.  



Uma ave muito especial

Era já meia noite em uma floresta e uma jovem que tinha saído de casa para recolher lenha estava ainda voltando para casa quando viu um falcão e começou a correr de medo. Porém, quanto mais ela corria mais ele a perseguia. Vendo-se sem saída, ela acabou parando.
Quando ela então parou, ficou olhando para o falcão – com muito medo – mas firmemente. A jovem foi se aproximando devagar e tentou dar-lhe frutas de um arbusto ali próximo. Ele, então, comeu as frutas e saiu voando.
A moça ficou aliviada; pegou a lenha novamente e foi para casa. Quando foi dormir, ela viu o falcão em sua janela e se assustou. Mas ao observar melhor aqueles olhos brilhantes percebeu que neles havia um olhar familiar e logo e com isso ela logo dormiu.
No dia seguinte ao buscar frutas para sua mãe fazer uma torta de repente viu novamente o falcão e falou:
- Poxa! Você nunca me deixará em paz?
E o falcão acenou. A jovem ficou assustada e percebeu outra coisa: aquele aceno e aquele olhar pertenciam a um familiar seu – querido e falecido – e que nunca a deixava sozinha.
Neste instante ela compreendeu que aquele falcão era seu avô falecido há muito tempo. Assim a jovem ficou super feliz ao perceber que seu avô querido nunca a deixara sozinha.












domingo, 23 de junho de 2013


MINICONTO
Este trabalho foi realizado com a oitavas séries /2013. 
Após interpretação e análise de alguns minicontos, 
os alunos lançaram-se ao desafio de também eles produzirem esta narrativa 
que se caracteriza por conter todos os elementos do conto convencional,
porém de uma forma concisa. 
Fizeram uso de fotografias, imagens e memórias pessoais 
como ponto de partida para a escrita. 
Veja como ficaram os minicontos produzidos.


8A

Uno vermelho. Volta mágica na praça.
Veiculo a 20 por hora e emoção de corrida fórmula 1.
Pai e filha animados: crianças com brinquedo novo!
ISABELA

Almoço em família. Bagunças. Casa da vó.
LARISSA DA SILVA

Casa da praia. Churrasco de natal com a família reunida:
bagunça com os primos e brincadeiras com as tias.
Conversa com a mãe!
ADRIELE DOS SANTOS

Coritiba! Tetracampeão!
Eu estava lá! Emoção e felicidade sem limites!
MOISÉS

Alegria com amigos e familiares:
entrada da minha adolescência: 15
ISIS MAYARA

Encontro com a mãe no shopping para comprar jogo.
Sozinho no ônibus: medo!
DIEGO ANTONIO 

Ácqua Park – dente quebrado – horrível.
JULIA MARIAN

- Moça caiu seu rubi.
- Calma, já estou indo ao banheiro!
ARIANE DE ALBUQUERQUE

Viagem, Beto Carrero, aniversário.
Maravilha, melhor amiga!
JESSIKA BIANCA


8B

Janeiro – 31 dias de tédio.
Fevereiro – volta às aulas, pura tristeza.
Março – aniversario! Festa! Presente!
Abril – muitas provas, primeira nota baixa.
Maio – 2° trimestre e recomeço.
Junho – contando os dias para as férias.
Julho – OBA! Férias, computador, comida, dormir.
Agosto – pizzaria, sentimentos de falta, substituto.
Setembro – medo: muitas provas.
Outubro – penúltimo mês de aula, ‘bora comemorar galerinha!
Novembro – passei de ano! Chega de professora de ciências.
Dezembro – aniversário da amiga querida, último momento juntas,
Papai Noel era legal!
LETICIA REZENDE, DANIELLE E DANIELA

Passeio de carro, alegria.
Acidente, morte, fim. Tristeza.
LEONARDO LIÇA

Primeira paixão, 15 anos, namorado da minha irmã!
JHENIFFER e THAINÁ

Praia: diversão até sozinha.
MILENNA PAES e THALLYTA

Cataratas: momentos molhados de alegria com minha família.
EVELYN BARBOSA DE SIQUEIRA

Adolescência: a gente cresce e a diversão acaba com o passar dos anos.
CAROLINA DE JESUS FERREIRA

Jogando futebol na dividida caio.
Tornozelo quebrado: dor e hospital, muletas e 30 dias sem jogar.
MATHEUS AUGUSTO

Jogo de futebol
Pé quebrado, dor, clinica de fraturas, gesso, duas semanas em casa.
MATHEUS VINICIUS

Lua lá no alto
Minha irmã toda despenteada corre por toda a casa atrás de minha mãe.
LUIZ ALEXANDRE GARRETT

Morte da bisa: todos tristes.
Pessoas não são para sempre.
MARCIO DE LIMA

Parque dos Tropeiros
Eu e a minha família: harmonia.
LEONARDO MANOEL ALVES

Inesquecível!
Um dia de diversão e comida: meu aniversario!
HELLEN

Sempre na memória.
1° de outubro: a vida é só uma.
Quando alguém vai embora fica para sempre.
LETICIA DA SILVA LOPES

Momento de descobrir que a musica me envolve
e me faz querer estudar mais e mais.
NATHÁLIA

Alegria do nascimento de um novo irmãozinho.
POLIANA

Casa, telefone, choro.
Carro, estrada, posto, morte.
Casa, vó, cemitério, choro.
Carro, estrada, casa, tristeza.
JOAO CANEDO

Ônibus, assalto, sozinho, ladrão.
O mais importante: não levou minha vida.
FELIPE M. NUNES

25 de janeiro: aniversário da minha irmã. Parque Tupã!
6 horas: tios, primos, bagunças, brinquedos.
18 horas: casa.
POLIANA

Refém do conforto. Pássaro na gaiola.
Escolher: liberdade ou prisão!
Dentro de mim: liberdade!
JOÃO VÍTOR CASTRO


8C

Igreja, 1° comunhão. Jamili e Kauane. Especial.
KAUANE E JAMILI

Shopping - amigas – empolgação!
AMANDA G. SOUZA E THÂMELA SILVA.

Festa – irmã – tudo de bom!
DAIANE MIRANDA

Rua: almas armadas.
Ódio e rancor; sangue e agressividade.
Duas balas: duas vidas apagadas e solidão.
CAMICE e ISABELA

CASAMENTO
2010: casamento de meu primo e eu dama de honra.
Enrolação, roupa, cabelo, maquiagem, unha, vestido. Estouro?
Costureira urgente: vestido. Véu? Em casa. Volta e pega. Correria.
Noiva no altar, convidados no lugar, crianças correndo.
Cerimônia.
GEISILA MONIZZI CAMARGO

Primeira fotografia: menina exibida.
GIOVANNA CAMPOS

Eu e minha família. Festival de música. Alegria e emoção.
LUCAS PERRI CELLI

99 em geografia: felicidade!
JHORDAN VINICIUS MIKUS

Vó morta.
Meus olhos: lagrimas.
LAYON PIRES PEREIRA DE PAULO


8D

Água salgada – conchinha – areia.
Que delícia! – Nova experiência!
TATIANE BOTELHO

Bati com a cabeça no meio fio e desmaiei.
Quebrei o braço e quase me matei.
ALTAIR KRUG

Andando de bicicleta: um raio! Vem chuva? Não, enrosquei o pé!
VICTORIA MARIA

Primeiro grafite
Primeira arte
DAVID

Furo na orelha, brinco, alargador 1, 2, 3, 4, 5.
ADILSON

Colégio, festa junina, eu dançando.
Minha mãe muito feliz.
DIOGENES CLÁUDIO

- Neymar, Neymar, eu te amo! Me dá um abraço?
Sonho a realizar.
LETICIA

Futebol: gol sim. Braço quebrado...também!
CARLOS ALBERTO

Meu primeiro dia de aula:
Primeira amiga na escola.
VITOR PEREIRA CAMPOS

2° lugar na minha 1° corrida de atletismo.
RENATO

Mãe gritando.
Eu nascendo.
Melhores amigas.
ANÔNIMO

(palmas)
- Parabéns pra você nesta data...
(e 4 anos se passaram )
ANA CAROLINA

- Olha o passarinho, não chora bebe.
- Buábuá... mamãe não quero.
- Click.
BIANCA L GODOY

Foto na escola: eu normal, minha mãe feliz!
LUCAS DE ARAUJO

Sala de aula: cadeiras, mesas, brigas. Estudo?
ARIELLE

Correndo, foguete, assustando, POOH!
LARISSA

Fotografo: Olá menininho! Vamos tirar uma foto com o cavalinho?
Eu: Papai posso?
Click!
MATHEUS F.

- vovô, vovô! Quero tirar uma foto com o cavalinho e depois quero um sorvete.
- Por favor, moço, uma foto da minha menininha.
- Quero de morango, por favor! Que delicia!
- Você feliz: minha maior alegria!
MARIA LETICIA

(Ponto de ônibus, assaltante)
Deixou o que sou!
ROGER H.

8E

Eu jogando futebol.
Tornozelo quebrado, gesso, tristeza, dor.
Um mês, vontade.
MARCOS VINI

No pensamento
11 de maio, às 03h45, uma balada em São Paulo.
Ele entrando pela porta. Danças.  Beijos.
Ele continua aqui.
Reencontro? Ansiedade!
VICTÓRIA
  
Eu, namorado, pai, separação, choro, raiva,
despedida, dúvida, incerteza, dor, saudade...
NATALLYE BUENO

Primeira bicicleta sem rodinha e eu aprendendo a andar.
De boca no chão, dente do meio quebrado e não me esqueço.
ANDRÉ FELIPE CESAR

Começo: namoro, felicidade, amor,
Meio: ódio, traição, desgosto, arrependimento.
Fim: fim!
AMABILY

Eu criança soltando raia cortei minha orelha e nunca mais.
DANIS MOTA

Eu de bicicleta: de repente BOW.
NILSON

Eu e minha namorada. Passeio em Itupava.
Montanhas, beijos, paisagens, abraços, rios e mãos dadas...
Melhor dia da minha vida!
ANÔNIMO

Casa, portão: Vizinha!
Carol, melhor amiga até hoje!
CAMILA

1° dia de aula: eu olho, ela olha...
Eu: Ela é exibida.
Ela: Que metida.
Hoje: Melhores amigas!
PÂMELA

Festa: esposa – amante – beijos – marido.
Casa: arma – tiro – amante – sangue.
VÍTOR MAURÍCIO

Treino, meio de campo, toque, passe, chute, gol, comemoração.
GEORGE W

Maringá: amigos, parentes. Vida continua, saudades.
Curitiba: parentes, vizinhos, desgostos. Amigos, paqueras, carinho.
EMILY STEFANY

Estou à espera da morte, mas ela se esqueceu de vir me buscar.
EMILY G

A menina teve um sonho:
sua avó lhe ajudando a ser uma boa menina.
Mudou sua vida!
AMANDA ORLATEI

Batismo. É importante, que se tenha uma religião.
Minha mãe sempre quis que eu fosse católica.
Fui batizada na igreja evangélica.
JOCELAINE



8F

Madrugada
Sair para ganhar a vida
correndo riscos para não encontrar a família.
RENAN YURI

Os meus colegas me batem muito
a professora me defende
E a mim, enfim, eu nem me machuco.
BERNANRDO GONÇALVES

Invadiu – desespero
Somos salvos
RAFAEL

Dormi – sonhei – acordei – levantei
LUIS GULHERME

Cai, levantei e cai.
MALCOLN LOPES

Me enganaram, me iludiram, mas superei e estou aqui.
ADRIELY PAULINE

Um mundo eu criei, um mundo eu pensei,
Mas foi só um narguilé que fumei.
ADRIANO
  
A música faz a gente viajar...e o nosso mundo cria.
JHONNY DOS REIS

Não tinha dinheiro para viajar,
troquei o baseado por um livro e viajei o dia inteiro.
DHIOVANY LOPES


Nasci, cresci.
Sofri, chorei, pensei.
Refleti que é melhor sem ti.
Toda noite penso em você, ai me lembro de que preferi
viver por mim a sofrer por você.
BRUNA CONDOL

Nasci, cresci, chorei, brinquei, apanhei e sorri, mas aprendi.
CAMILA CAMPESE

Andei, andei, andei...a fome veio, a garganta secou...
e ali mesmo fiquei, o último ar respirado.
JAQUELINE

A morte dói quando é alguém especial, jamais te esquecerei!
SUZANI AFONSO
  
O amor é um oceano. Quanto mais você ama, mais você acaba afundando.
E nasce um enorme buraco no peito.
SUZANI AFONSO

Em maio estava doente.
Fui ao medico.
Fiz cirurgia e fiquei 15 dias em casa.
MATHEUS

Minha irmã mais velha, eu obedeço. Minha mãe, eu obedeço.
A mim, eu decido.
Meu pai, eu ouço. A meu tio, eu peço.
E quanto a mim, eu faço.
BERNANRDO GONÇALVES

Minha mãe, a defenestro. Minha tia, a defenestro.
E a mim, talvez elas me defenestrem.
BERNARDO GONÇALVES

Levantei, escovei os dentes e tirei uma foto limpa.
AMANDA KRUL

Minha historia
Jamais esquecerei aquele momento de dor e amor. Saí, corri, sofri, caí de novo.
LAÍS LIANDRA

Amei, gritei ao pôr-do-sol, sorri.  
Uma pessoa me fez amar, agora estou aqui.
Amando, sonhando e contando.
BRUNA CAROLINE

Na escola!
 Me apaixone, me decepcionei, xinguei, chorei, me ferrei.
Nunca mais perdoei.
Espero que seja feliz longe de mim.
CAROLINE DE MATOS

Acordei lindo.
Vai ser um dia difícil para meus inimigos.
FELIPE MOREIRA

La fora nada colabora.
O chuveiro é meu mundo inteiro.
FELIPE MOREIRA

A minha irmã, me obedece; minha mãe, eu a ouço.
E a mim, eu me defendo.
GABRIEL TEIXIERA

Irmão mais velho manda e irmão mais novo obedece.
Aí vem a morte e tudo acontece.
JHONNY DOS REIS