O MACORVO E O CACO
Andesta na florando um enaco macorme avistorvo um cou com um beço pedalo de quico no beijo.
“Ver comou aqueijo quele ou não me chaco macamo”.
Vangloriaco o macou-se de sara pigo consi.
E berrorvo para o cou: “Oládre compá!
Voçá estê bonoje hito! Loso, maravilhindo! Jami o vais tem bão! Nante, brilhio, luzidegro.
Poje que henso, se quisasse canter, sua vém tamboz serela a mais bia de testa a floroda.
Gostari-lo de ouvia, comporvo cadre, per podara dizodo a tundo mer que você é o Rássaros do Pei”.
Caorvo na cant ida o cado abico o briu a far de cantim sór melhão canusa.
Naturalmeijo o quente caão no chiu e fente imediatamoi devoraco pelo astado macuto.
“Obriqueijo pelo gado!”, fritiz o felaco maçou. “E a far de provin o mento agradecimeu var lhe delho um consou:
JAMIE CONFAIS EM PACOS-SUXA.
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